Maior jornal da Espanha aclama Taylor Swift em artigo especial: "Conseguiu agradar a quase todos em um ano com poucas aparições públicas"
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Éder Matheus
07.01.2021
10:53
Maior jornal da Espanha aclama Taylor Swift em artigo especial: “Conseguiu agradar a quase todos em um ano com poucas aparições públicas”
Taylor Swift em shoot do álbum evermore.

O jornal El País, o maior da Espanha, lançou um editoral intitulado “Las leyes de Taylor Swift” — “As leis de Taylor Swift“, em tradução livre — aclamando o último ano muito bem sucedido da cantora norte-americana.

O texto especial dedicado à cantora começa com uma citação à superstição entre o público brasileiro que acredita que Taylor Swift é uma grande responsável pelas vitórias do time paulista Corinthians. Segundo a crença, todos os jogos enfrentados pelo time antes e após o lançamento de um álbum NUNCA resultaram em derrota pelo Corinthians. Em seu lançamento mais recente, o “evermore”, Taylor Swift consolidou a teoria e se tornou a “musa do Corinthians” após o time vencer o jogo que antecedeu e o jogo que sucedeu o lançamento do álbum.

Essa, claro, não é a única lei ditada por Taylor Swift, diz o texto. Em um ano em que estrelas pop entraram em declínio, a cantora conseguiu se reinventar e continuar a brilhar, reafirmando sua relevância no cenário musical. Do country ao pop, Taylor Swift nunca precisou lidar com o fracasso, seja comercial, seja em aprovação crítica, tendo seus trabalhos sempre sendo muito bem recebidos por todos. “Ela era aquela estrela country fotogênica, pop e vendável além do escopo de um gênero tradicionalmente ligado a um território e a uma forma muito específica de ver a vida. Então ela descobriu o pop e, sem nem olhar para trás, entrou na liga de pessoas como Rihanna ou Katy Perry. Deixou de ser uma anomalia em Nashville para se tornar uma anomalia em Los Angeles. Naquela época, o onipresente Taylor cresceu e se desenvolveu”, frizou o artigo.

E é claro que se Taylor Swift não podia ser criticada quanto aos rumos bem sucedidos que sua carreira tomaram, ela ‘precisava’ ser odiada por outras razões pessoais. Acusada de ser fã do ex-presidente Donald Trump, a cantora superou os argumentos ao se posicionar publicamente e politicamente desde 2018 e reafirmar seus ideais no documentário “Miss Americana”, lançado em 2019. “Taylor Swift conseguiu superar a ideia de que ela é uma estrela que triunfa por causa de códigos que pertencem ao passado e devem ser aceitos entre os progressistas, quando um alvo mais branco e mais fácil do que ela não existe. Tudo isso já faz parte do passado. Swift declarou que não é de Trump e disse que não é mais fã de sua música, provando mais uma vez que a idade, dependendo de quem, é apenas um número”, disse o texto.

Por fim, o texto comenta sobre a decisão de Taylor Swift de expôr menos seu relacionamento em suas novas canções. A cantora explicou que passou a enxergar que quando fala sobre seu parceiro, ele torna-se assunto de conversa, e isso era tudo que ela menos queria com seu atual amado, Joe Alwyn, com quem está junta há quase quatro anos e compartilhou algumas canções nos seus mais recentes trabalhos, “folklore” e “evermore”. “Há uma nova Taylor Swift, que alcançou o que quase nenhuma pop star de seu tamanho jamais conseguiu: mudar, e nessa transição manter quem a amava, conquistar quem a odiava e até atrair a atenção de quem quem a ignorava”, aclamou o artigo em suas linhas finais.


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