Veja o que a crítica está falando de “Supergirl”, novo filme da DC Comics

O universo cinematográfico da DC dá mais um passo importante a partir desta semana com a estreia de “Supergirl” nos cinemas. Estrelado por Milly Alcock, o longa expande os eventos estabelecidos por James Gunn em “Superman” e leva os espectadores a uma aventura espacial repleta de ação, humor e uma forte estética punk-rock.
As primeiras críticas oficiais começaram a ser divulgadas na manhã desta quarta-feira (24) e, ao contrário de seu superprimo, Kara Zor-El não decolou tão alto entre os especialistas. As reações iniciais apontam para uma recepção mista, colocando o filme entre os lançamentos mais divisivos da nova fase da DC até o momento.
Em 2025, “Superman” encerrou sua trajetória com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseado em mais de 500 avaliações, além de uma média de 7,3/10. Já “Supergirl” iniciou sua jornada com 61% de aprovação, com base em 75 críticas contabilizadas até agora.
Entre os principais elogios está a atuação de Milly Alcock, amplamente apontada como uma escolha perfeita para viver a heroína. Por outro lado, muitos críticos destacam que o roteiro não oferece profundidade suficiente para seus personagens e que a protagonista merecia uma história mais consistente para explorar todo o seu potencial.
Mesmo em meio à grande quantidade de adaptações de quadrinhos lançadas nos últimos anos, “Supergirl” passa a integrar um grupo ainda relativamente pequeno de produções protagonizadas por heroínas, ao lado de títulos como “Mulher-Maravilha“, “Capitã Marvel“, “Viúva Negra” e “Aves de Rapina“. Embora seja uma das personagens mais conhecidas da DC, esta é apenas a segunda vez que Kara Zor-El ganha um filme solo, mais de quatro décadas após a produção lançada em 1984.
O futuro da personagem, no entanto, já parece garantido. Supergirl retornará em “Superman: Homem do Amanhã“, previsto para o próximo ano, e James Gunn já indicou que a kryptoniana terá um papel fundamental nos próximos capítulos do universo compartilhado.
Leia algumas das críticas divulgadas:
“Apesar dessas falhas, Supergirl é um filme fantástico que consolida a força do recém-reiniciado DCU como franquia. Também sinaliza que Gunn pode adotar uma postura um pouco mais distante em relação a um projeto sem qualquer perda de qualidade. Supergirl é tão vibrante e colorido quanto Superman, mas traz um toque cósmico que dispensa a bagagem extra inerente a histórias ambientadas na Terra, aproveitando a oportunidade para realmente desenvolver essa nova versão da personagem” — Collider, 8/10.
“Supergirl é um filme inspirador porque não exige perfeição de seus personagens ou de suas jornadas, demonstrando assim, para quem assiste em casa, que nós também podemos dizer a coisa errada ou tomar a decisão equivocada e, ainda assim, encontrar um caminho para o heroísmo” — Slashfilm, 7/10.
“A heroína de ressaca interpretada por Milly Alcock é encantadora, mesmo que o filme nunca se solte de verdade. Fica a torcida para que ela ganhe uma oportunidade mais excêntrica e ousada” — Empire, 6/10.
“Milly Alcock é uma excelente Supergirl, e é uma pena que sua abordagem da personagem — assim como a ideia inspirada de reimaginá-la como uma andarilha ao estilo faroeste — não seja bem aproveitada neste filme solo decepcionante” — Looper, 4/10.
Além de Milly Alcock, o elenco conta com Jason Momoa, Eve Ridley, Matthias Schoenaerts e, claro, o inseparável Krypto. David Corenswet faz uma participação como Superman. A direção é de Craig Gillespie, conhecido por “Cruella“.
“Supergirl” já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.







