“A Última Casa”, novo filme da Netflix com Wagner Moura, é detonado pela crítica especializada

“A Última Casa“, thriller de sobrevivência com Wagner Moura e Greta Lee, é o mais novo sucesso da Netflix. O filme, que estreou na última sexta-feira (10), alcançou o 1° lugar da plataforma em 89 países, se consolidando como um dos títulos originais de maior sucesso deste ano.
O triunfo com o público, no entanto, não se repetiu entre a crítica especializada. O filme dirigido por Louis Leterrier está sendo massacrado pelos especialistas, alcançando apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes, um dos piores índices conquistados por uma produção da Netflix em 2026.
De modo geral, os críticos destacam que o filme tem um começo promissor e até empolgante, mas se perde em sua segunda metade. As performances do casal protagonista foram destacadas como o ponto alto do longa-metragem, embora suas atuações não tenham sido suficientes para evitar que o filme se tornasse um verdadeiro desastre. Confira abaixos alguns comentários dos críticos sobre o filme.
“O roteiro jamais vai além da superfície de suas próprias ideias, deixando um território temático genuinamente rico — isolamento, dependência tecnológica, o custo real da segurança para uma família — quase inteiramente inexplorado.” — Movies We Texted About
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“Se não vai oferecer emoções fortes, pelo menos dê aos espectadores algo tematicamente envolvente para refletir. ‘A Última Casa’ não faz nem uma coisa nem outra. Descarte este filme.” — RogerEbert.com
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“O filme é uma cansativa tentativa de criar suspense que chega a deixar até Wagner Moura e Greta Lee com a mesma expressão de frustração que os espectadores sentados em seus sofás.” — Next Best Picture
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“A Última Casa é uma bagunça, com pouquíssimos pontos positivos. O filme parece muito com algo que uma pessoa teria imaginado durante a névoa do isolamento da pandemia de COVID-19, e confundido com algo profundo que eu mal podia acreditar que estava assistindo a isso em 2026.” — Screen Rant
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“Havia aqui uma oportunidade fantástica de examinar a dinâmica de um grupo em desintegração e de levantar questões sobre os pecados coletivos da humanidade. No entanto, ‘A Última Casa’ segue na direção oposta sempre que é minimamente desafiado a usar o intelecto.” — The Federal
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“É uma daquelas produções clássicas da Netflix que prendem você ao sofá por cerca de uma hora, mas que, no fim das contas, você nem se dá ao trabalho de pausar quando vai tirar o jantar do forno.” — Ready Steady Cut
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“Há um limite para o quanto o espectador consegue se envolver com a história — e por quanto tempo. Depois de certa quantidade de gotas de chuva, canos estourados, paredes desmoronando e aquela sombra ocasional espreitando atrás das janelas, a paciência se esgota.” — Wall Street Journal
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“Wagner Moura e Greta Lee são desperdiçados em um filme de terror claustrofóbico sobre amar o lar e odiar nunca conseguir sair dele. É repetitivo e irritante ao infinito.” — The Travers Take
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“O problema não são os atores; eles tornam “A Última Casa” suportável. A questão é que os realizadores não aceitaram que uma premissa simples — pessoas presas dentro de uma casa — exigia uma solução ágil.” — San Francisco Chronicle
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“Começa como um mistério de ficção científica envolvente, com uma atuação marcante de Wagner Moura, mas a tensão se dissipa rapidamente. Elementos repetitivos de sobrevivência, personagens pouco desenvolvidos e um desfecho decepcionante transformam uma ótima premissa em mais um suspense esquecível da Netflix.” — Movie Files
“A Última Casa” acompanha uma família comum que tem sua vida completamente destruída por um fenômeno inexplicável. Jason (Wagner Moura) e Ann (Greta Lee) vivem com seus filhos quando, de repente, uma força misteriosa transforma a própria casa em uma prisão: portas e janelas deixam de funcionar, impedindo qualquer tentativa de fuga.
O que inicialmente parece apenas um problema estranho dentro da residência logo revela uma ameaça muito maior do lado de fora. Uma chuva constante passa a dominar o ambiente externo, isolando a família do restante do mundo e cortando qualquer possibilidade de comunicação. Sem saber o motivo daquele confinamento, eles precisam transformar a casa — antes um lugar de segurança — em um espaço de sobrevivência.







